Páginas

Pesquisar este blog

sábado, 28 de maio de 2011

A PRESIDENTA FOI ESTUDANTA???



Achei o exemplo fantástico.
A presidenta foi estudanta?
Uma belíssima aula de português. Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
Será que está certo? Acho interessante para acabar com a polêmica de "Presidente ou Presidenta".
Repassando, gostei da aula,
A presidenta foi estudanta? Existe a palavra: PRESIDENTA? Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionarem à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação..

terça-feira, 24 de maio de 2011

um bom artigo do bom doutor

   Segue abaixo um artigo interessante do Dr. Dráuzio Varella  bem atual em relação à exploração sofrida pelos médicos . Já passou da hora de reavermos nossa dignidade. Poder atender poucos pacientes por dia , todavia com extrema qualidade . Tempo para estudarmos , atualizarmos , curtir a família e ter férias . Ao final do texto , em negrito e grifado foi para realçar esta frase que deveria ser a premissa dos pacientes , antes de abandonar o médico que não tem seu plano de saúde.

Médicos versus planos de saúde


 
Médicos que vivem da clínica particular são aves raríssimas. Mais de 97% prestam serviços aos planos de saúde e recebem de R$ 8 a R$ 32 por consulta. Em média, R$ 20.
Os responsáveis pelos planos de saúde alegam que os avanços tecnológicos encarecem a assistência médica de tal forma que fica impossível aumentar a remuneração sem repassar os custos para os usuários já sobrecarregados. Os sindicatos e os conselhos de medicina desconfiam seriamente de tal justificativa, uma vez que as empresas não lhes permitem acesso às planilhas de custos.
Tempos atrás, a Fipe realizou um levantamento do custo de um consultório-padrão, alugado por R$ 750 num prédio cujo condomínio custasse apenas R$ 150 e que pagasse os seguintes salários: R$ 650 à atendente, R$ 600 a uma auxiliar de enfermagem, R$ 275 à faxineira e R$ 224 ao contador. Somados os encargos sociais (correspondentes a 65% dos salários), os benefícios, as contas de luz, água, gás e telefone, impostos e taxas da prefeitura, gastos com a conservação do imóvel, material de consumo, custos operacionais e aqueles necessários para a realização da atividade profissional, esse consultório-padrão exigiria R$ 5.179,62 por mês para sua manutenção.
Voltemos às consultas, razão de existirem os consultórios médicos. Em princípio, cada consulta pode gerar de zero a um ou mais retornos para trazer os resultados dos exames pedidos. Os técnicos calculam que 50% a 60% das consultas médicas geram retornos pelos quais os convênios e planos de saúde não desembolsam um centavo sequer.
Façamos a conta: a R$ 20 em média por consulta, para cobrir os R$ 5.179,62 é preciso atender 258 pessoas por mês. Como cerca de metade delas retorna com os resultados, serão necessários: 258 + 129 = 387 atendimentos mensais unicamente para cobrir as despesas obrigatórias. Como o número médio de dias úteis é de 21,5 por mês, entre consultas e retornos deverão ser atendidas 18 pessoas por dia!
Se ele pretender ganhar R$ 5.000 por mês (dos quais serão descontados R$ 1.402 de impostos) para compensar os seis anos de curso universitário em tempo integral pago pela maioria que não tem acesso às universidades públicas, os quatro anos de residência e a necessidade de atualização permanente, precisará atender 36 clientes todos os dias, de segunda a sexta-feira. Ou seja, a média de 4,5 por hora, num dia de oito horas ininterruptas.
Por isso, os usuários dos planos de saúde se queixam: "Os médicos não examinam mais a gente"; "O médico nem olhou a minha cara, ficou de cabeça baixa preenchendo o pedido de exames enquanto eu falava”; "Minha consulta durou cinco minutos".
É possível exercer a profissão com competência nessa velocidade? Com a experiência de quem atende doentes há quase 40 anos, posso garantir-lhes que não é. O bom exercício da medicina exige, além do exame físico cuidadoso, observação acurada, atenção à história da moléstia, à descrição dos sintomas, aos fatores de melhora e piora, uma análise, ainda que sumária, das condições de vida e da personalidade do paciente. Levando em conta, ainda, que os seres humanos costumam ser pouco objetivos ao relatar seus males, cabe ao profissional orientá-los a fazê-lo com mais precisão para não omitir detalhes fundamentais. A probabilidade de cometer erros graves aumenta perigosamente quando avaliamos quadros clínicos complexos entre dez e 15 minutos.
O que os empresários dos planos de saúde parecem não enxergar é que, embora consigam mão-de-obra barata - graças à proliferação de faculdades de medicina que privilegiou números em detrimento da qualidade -, acabam perdendo dinheiro ao pagar honorários tão insignificantes: médicos que não dispõem de tempo a "perder" com as queixas e o exame físico dos pacientes, pedem exames desnecessários. Tossiu? Raios X de tórax. O resultado veio normal? Tomografia computadorizada. É mais rápido do que considerar as características do quadro, dar explicações detalhadas e observar a evolução. E tem boa chance de deixar o doente com a impressão de que está sendo cuidado.
A economia no preço da consulta resulta em contas astronômicas pagas aos hospitais, onde vão parar os pacientes por falta de diagnóstico precoce, aos laboratórios e serviços de radiologia, cujas redes se expandem a olhos vistos pelas cidades brasileiras. Por essa razão, os concursos para residência de especialidades que realizam procedimentos e exames subsidiários estão cada vez mais concorridos, enquanto os de clínica e cirurgia são desprestigiados.
Aos médicos, que atendem a troco de tão pouco, só resta a alternativa de explicar à população que é tarefa impossível trabalhar nessas condições e pedir descredenciamento em massa dos planos que oferecem remuneração vil. É mais respeitoso com a medicina procurar outros meios de ganhar a vida do que universalizar o cinismo injustificável do "eles fingem que pagam, a gente finge que atende".
O usuário, ao contratar um plano de saúde, deve sempre perguntar quanto receberão por consulta os profissionais cujos nomes constam da lista de conveniados. Longe de mim desmerecer qualquer tipo de trabalho, mas eu teria medo de ser atendido por um médico que vai receber bem menos do que um encanador cobra para desentupir o banheiro da minha casa. Sinceramente.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Cidade Má...ravilhosa?



Recebi a visita de meu irmão de SP para passar o dia a resolver assuntos no Rio de Janeiro. O combinado foi de que ele chegaria no aeroporto Santos Dumont (centro da cidade ) às  8:45.
 
Exata 1 hora antes desse horário saí de minha casa na Barra e segui via orla (com alterações ao fluxo para melhorar o trânsito justo nesse sentido do centro). Às dez para as nove meu irmão me liga dizendo que já estava a postos no terminal de desembarque. Qual não foi meu cosntrangimento em receber tal ligação ainda no Vidigal.
Retornando para a Barra conversamos sobre as cidades e suas peculiaridades , até que passei por um ônibus e lhe disse que era o metrô de superfície, ao que ele me respondeu:
-Lamento , Jr , mas você está equivocado. Aquilo é um ônibus. Metrô de superfície é um tipo de trem , portanto anda sobre trilhos , que ao invés de passar no subterrâneo da cidade , passa em elevados.
-João Marcus , aqui no Rio , isso é o chamado metrô de superfície.
-Não , não pode ser . Como diabos o metrô também fica preso no trânsito ao nosso lado? Como é que o metrô pode furar pneu ? Não acredito , isso é muito estúpido.
-Peculiaridades da cidade.

Expliquei-lhe que em algum momento no Rio houve um chamado plano-piloto em que se pretendia não repetir em Ipanema e Leblon o mesmo erro (de construir prédios elevados à beira mar) de Copacabana. 

Falhou .
Expliquei-lhe que houve a intenção de não repetir o mesmo erro de Copacabana , Ipanema, Leblon e São Conrado na Barra da Tijuca.
Falhou.
Atualmente não há prédios altos na orla do Recreio e Macumba , mas que crescem o olho na Prainha e Grumari , isso fazem . Até quando resistirão , sinceramente não sei .Tenho cá minhas esperanças de que agora a cidade engrene.
Meu irmão ainda espantou-se em ver que havia guardas de trânsito justamente onde havia sinais . Pude explicar-lhe de que mesmo tais semáforos não são de todo respeitados e esses guardas também servem para proteger os cruzamentos , de outra forma constantemente ficariam bloqueados.
João Marcus me disse que o trânsito em SP é sim caótico , entretanto pode-se desviar de grandes vias por ruas internas e assim fugir dos clássicos congestionamentos. No rio isso não é tão simples pela própria geografia da cidade , com vários morros .
Aliás a geografia da cidade , responsável por sua beleza única também é a responsável por suas mazelas . Por muito tempo a ocupação de morros , mesmo nas zonas nobres foi ignorada e assim temos Bairros caríssimos como Gávea , Leblon e São Conrado , circundados por favelas gigantescas como Rocinha e Vidigal. Aqui faço uma ressalva: ainda que a massiva maioria dos moradores da favela sejam de pessoas honestas e dignas , infelizmente a própria estrutura de casas e barracos justapostos e com o mínimo de infraestrutura , prejudicam imensamente a persença do estado suprindo com saneamento básico tais moradores . Fora o fato inconteste de que a bandidagem também se favorece e oprime tal população ao utilizá-la como escudo em suas táticas de guerrilha. Já passou da hora de se reestruturar a cidade e as favelas da cidade de forma humana e racional. Não como celeiro de votos somente.
No final de tarde retornamos ao aeroporto . Deixei-o no embraque às 17:40 e cheguei em casa 19:30. Quando liguei para ele já estava quase chegando no Guarujá enquanto o tempo todo estava no “lenga-lenga “ das ruas cariocas.
O resumo de 2 vezes o trajeto Barra-Santos Dumont numa terça-feira chuvosa foi de praticamente 6 horas no trânsito! Definitivamente não consigo imaginar viver no Rio sem minha moto!

Cânion do Itaimbezinho




Taí uma das maravilhas das serras gaúchas .

Situado num parque distante cerca de 160km de Gramado , o Cânion conta com estruturas belíssimas de arquitetura da natureza amplamente revestida pela Mata Atlântica . Um verdadeiro deleite aos amantes da natureza.
O translado é cansativo porque 1/3 do mesmo ocorre em estrada de terra com condições precárias .
Já o parque é bem isolado do público e já algum tempo proibido inclusive o acampamento por lá.
Curiosa é a própria geografia : do topo do Cânion , de ambos os lados da fenda está situado o Rio Grande do Sul . Na base , onde corre o rio , cerca de 700 m de profundidade , Santa Catarina. Ainda não entendo direito como os cartógrafos mapearam isso , pois para mim as divisas são : deste lado e daquele lado .




Exuberantes araucárias no parque , as que restaram ao menos , antes do desmatamento expressivo. Um vento gelado , com várias correntes de ar quente , nas quais flutuavam os urubus sem esforço aparente.
Aos mais motivados existem excursões que vão pelo vale do Cânion , com guias . Necessita clara disposição pois mesmo para mim o frio era inquietante e encarar o rio com aquela temperatura externa tem de estar com grande entusiasmo . Ou aguardar o verão.


GRAMADO E CANELA MAIO 2011 (2)





Nosso turismo pela região das serras gaúchas iniciou propriamente dito com o esquema de excursões e assim persistiria por mais 2 dias .
No primeiro dia começamos visitando uma fábrica de cristais. Realmente tenho que admitir que aquelas bandas estão mesmo interessadas em manter o turismo de qualquer modo . Situações que poderiam ser corriqueiras em outras cidades , lá foram transformadas em atrações turísticas. Quem diria que eu , justo eu visitaria uma fábrica de cristais ? Justo eu que tenho até medo de caminhar nessas áreas em shoppings e afins.
Pois bem iniciamos com uma apresentação global da fábrica , todavia o mais interessante era a fabricação artesanal de estruturas em cristais. Requer certamente talento e técnica . Bem mais talento , pois não sei se de alguma forma conseguiria fazer tais objetos. Finda essa demonstração tudo o mais era tédio ao quadrado para mim . Ficar rodando por corredores a fio com peças de cristal certamente nunca será atração para mim. Creio eu que para poucos homens, mesmo sujeitando-me ao rótulo de sexista. Cachorrinho de cristal; coruja de cristal; galo de cristal ; louças de cristal … Too much “girlie” for me.
Minha sorte foi que justo ao sair do ônibus havia reparado que em frente à Cristal´s Land havia uma revendedora de motor-home. Foi minha salvação . Falei para a Mônica que lá estaria e recebi sua benção para tal , pois me conhecendo a fundo , ela também estava tensa com minha presença naquele mundo frágil.
Que bom senso atravessar a rua. Valeu-me muito mais que tentar impressionar a Mônica com coisas totalmente fora da minha realidade , como faziam o resto dos caras lá. Vi a evolução dos traileres para motor-home . O exemplo de espaços bem aproveitados . Além de ter sido muito bem recepcionado e ciceroneado por lá, sem chance de causar desastres destruindo algo. Depois de conhecer o motor-home fica-se com a vontade de viajar naquelas casas sobre rodas . Claro que em lugares mais propícios como o próprio sul ou até Uruguai . Estacionar um motorhome daqueles no Rio de Janeiro é convite à desgraça.
De lá rumamos para o que seria um tour meramente comercial. Visita-se lojas de chocolates , couros , tenis e malhas . Objetivo de comprar tão somente .Por vezes com preços convidativos , por vezes sem diferença. Vale a pena checar todas as opções , para depois de terminadas as excursões guiadas poder comparar os preços com calma e , se for o caso , retornar a certas lojas com mais certeza de que se faz bom negócio.


Pela parte da tarde rumamos para Nova Petrópolis para conhecer a Vila Alemã. Trata-se de um parque recriado com casas originais da época do início da colonização alemã nas serras . Um excelente trabalho de preservação digno dos melhores do mundo . Havia igreja , casa do ferreiro , escola e casa do professor . Um museu com utensílios de época .



sexta-feira, 13 de maio de 2011

GRAMADO E CANELA MAIO 2011


Chegamos em Gramado , no Glamour da Serra cerca de 15h, excelentemente recepcionados pela Brocker turismo (no aeroporto de Porto Alegre , após um atraso de 2 h no vôo devido neblina intensa).
À primeira saída em Gramado impressiona e muito a qualquer brasileiro . Simplesmente porque a cidade não se parece com nenhum outro lugar do Brasil que já tenha visitado ou visto antes. Minha definição : Gramado é o que seria do Brasil , se o Brasil tivesse dado certo.



Começo pelas casas sem grades ou muros altos por toda a cidade visitada. Para quem mora no Rio é muito difícil entender o que deve ser morar numa casa sem muros elevados , sem morar numa fortaleza.
As casas ainda são todas num estilo austríaco por decreto . Geralmente sou contra essas imposições do governo , mas em gramado isso funciona e funciona bem . A beleza da cidade é inegável . Pelo que aprendi foi devido a Leopoldo Rosenfeld , que após comprar grande parte das terras da baronesa Joaquina Rita Bier conseguiu que fosse aprovado pela prefeitura essa determinação quanto ao estilo . Também foi aprovado o limite de altura ara os prédios de apenas 4 ou 5 andares. Isso torna a cidade bela de ser avistada nos pontos mais elevados , reduzida a poluição visual das grandes metrópoles. Agora finalmente entendi o que significa plano piloto. Se eles conseguem , porque não conseguimos ?
As ruas não tem sujeira nem lixo humano. Quando muito folhas de árvores que ainda não foram varridas. É-me estranho andar por ruas tão limpas! Só estive sob esse efeito ao andar em determinadas cidades européias. As lixeiras públicas não estão abarrotadas todo o tempo , como frequentemente vejo no Rio , SP e NE. Aliás em algumas áreas do resto do país , as lixeiras estão limpas e todo o resto das ruas imundas. Se eles conseguem , porque não conseguimos ?
Curioso é andar pelas calçadas e ver nas ruas tantas faixas de pedestres. Mais curioso é notar que não existem semáforos (sinal ou farol de trânsito ) por Gramado e Canela . Muito simples : quando o pedestre coloca o pé na faixa o motorista é obrigado a parar o carro por força de multa. Na verdade , o pedestre não pode ficar esperando para atravessar a rua . Existem várias câmeras e guardas espalhados pela cidade para multar os infratores. Sim , existem alguns problemas : tem sempre aqueles que se arriscam em descumprir a lei e ameaçam os pedestres; tem pequenos acidentes por algum displicente que gosta de andar colado na traseira de outro, mas no geral funciona bem. Com isso , os limites de velocidades na cidade são forçosamente menores . Durante uma semana não ouvi arrancadas , aceleradas assustadoras , derrapadas de playboys, etc. Se eles conseguem , porque não conseguimos ?



Viajando de Webjet.

    Viajamos do Rio de Janeiro para RS de Webjet. Ok , fomos bem atendidos pelos funcionários em terra e no ar ; houve explicações devido ao atraso , mas certamente é uma empresa aérea de baixo custo. Os assentos são pequenos e com pouca distância entre os bancos , tornando a vida durante a viagem um inferno para pessoas de estatura média como eu , por exemplo. E digo mais: não recebe nada de alimentação ou bebida !!!!Sério , nem biscoito , nem salgadinho , nem guaraná , nem suco e nem água: só pagando!
   Na volta , já previnidos , compramos suco de pêssego ,água , chocolates e goiabinhas nos supermercados para então embarcarmos. Após atingir velocidade cruzeiro , a comissária faz sua propaganda e sugere que façamos piquinique a 36 mil pés .  

Yeah!!!!! E bem mais barato que o lanchinho barato oferecido por eles!